domingo, 22 de setembro de 2013

Mundo globalizado

Tenho a curiosidade de sempre estar conferindo as estatísticas de acesso, origem e perfil do público do blog e da página do Tocando em Frente. Aqui no blog sempre me chamou a atenção o fato de acessos internacionais, desde o início do blog, passaram por aqui internautas dos seguintes países além do Brasil: Estados Unidos, Alemanha, Rússia, Ucrânia, França, Israel, Hungria, Chile e Portugal. E não é coisa de uma visitinha perdida na vida, da Alemanha, por exemplo, tenho 96 acessos e dos EUA, 466. Já demonstrei aqui em outras postagens o quanto tenho curiosidade pra saber quem são as pessoas que movem os contadores, em se tratando então destes visitantes estrangeiros que (aparentemente) sempre retornam, a curiosidade dobra. Coisas de um mundo globalizado...

Revendo as estatísticas essa semana, me ocorreu um pensamento. Domingo passado consegui depois de mais de dez anos ter de volta o CD Tchau Radar, dos Engenheiros, completando novamente minha coleção. Resumindo rapidamente como perdi o primeiro, numa época em que eu era um bom moço de comunidade católica, deixei todos os meus CDs pra uma prima, ela vendeu; depois que deixei de ser de comunidade (pois bom moço ainda sou, haha) consegui comprar todos, menos o tchau radar que saiu rapidinho de catálogo. Consegui comprar o novo CD por intermédio da mesma prima. O preço foi o preço de uma raridade, mas estava comprando com uma pessoa de confiança e vi que o CD estava em perfeito estado de conservação, tipo os meus se, por um momento de muita insanidade eu os vendesse, o comprador iria receber produtos que poderia considerar novos. Fiquei pensando então por que mãos (ou mão) cuidadosas (ou cuidadosa) meu novo Tchau Radar passou antes de chegar a mim, certamente passou por algum fã de fé que tinha dois e resolveu pegar uma grana no CD aproveitando seu estado de raridade.

Enfim, a ideia que me ocorreu foi a de tentar descobrir os caminhos que meus CDs Tchau Radar, o primeiro e o atual, percorreram, aproveitando a abrangência que só a internet deste nosso mundo globalizado proporciona. Sempre tive a curiosidade de saber aonde foi parar meu primeiro TR, comprado por R$ 15,00 em uma revista da Avon. Se esta postagem for compartilhada, acessada pelos confins da www, quem sabe não aparece o feliz possuidor de um TR que um dia foi meu. A menos que o tenha vendido, suponho que a pessoa seja de Fortaleza mesmo. Dica pra identificar o CD: Em algum cantinho do encarte eu escrevi meu nome de caneta (pra quem não sabe: André).

A sorte esta lançada com maior probabilidade de encontrar o destinatário final que uma carta lançada ao oceano dentro de uma garrafa. "Mapas e bússolas, sorte e acaso. Quem sabe do que depende?"

com cara de besta curtindo o novo Tchau Radar domingo passado

Nenhum comentário:

Postar um comentário